quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Franceses e Alemães, puta que os pariu

"It is possible to play football in this way?
I was watching the game between Portugal and Bosnia when I looked at the field and his unbelievable bad conditions. If we were talking about a game of a third division of an Asian League, it would be more or less normal, but we are talking about a game where are present some of the best players in the world! Besides it was a game that could have decided the qualification to a competition with the prestige of the Euro 2012!
Does not Portugal (Top 10 ranking) deserves something better.
But what saddens me in all of this, is that when France faced Bosnia in the last game of the qualification phase to Euro 2012, Fifa readily accepted the request made by the French so the game could not be realized in the stadium of Zenica( The same where Portugal was obligated to play) due to the poor state of the field.
And what about Portugal? Does not have the same right?
Apparently having a French leader ahead of the UEFA always has its benefits."

http://www.aboutfootballblog.com/2011/11/its-possible-to-play-football-in-this_14.html#comment-form

terça-feira, 15 de novembro de 2011

sábado, 12 de novembro de 2011

puta da velha .

é por estas e por outras que estou-me a cagar e nao travo. para provocar um acidente e dps a culpa ser minha? tá bem... irrita a indiferença da velha.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

terça-feira, 8 de novembro de 2011

domingo, 30 de outubro de 2011

puta que pariu o facebrutos...

agr é só redes sociais e paneleirices . RIP BLOG

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

vejam os resultados

sei que já ninguém vem a este blog d merda, mas pa quem ler isto e estiver interessado vá ao site WWW.GOOGLE.PT e na barra de pesquisa escreva "torradices blogs"....

sábado, 23 de julho de 2011

Garcés: de futebolista em Portugal a recluso no Panamá.....

" A BOLA encontrou o panamiano após quatro meses na prisão La Joya. Saiu em liberdade condicional com uma Bíblia na mão. História controversa do futebolista mais mediático no país e que jogou no Belenenses e na Académica.

Sozinho, rosto fechado, sandálias, calções listados, camisola laranja e uma Bíblia na mão esquerda. José Luís Garcés renasceu às 4.30 horas da passada quarta-feira. A esperança é traduzida numa nova luz, uma mensagem que diz ter recebido após quatro meses na prisão La Joya, localizada na aldeia de Pacora, arredores da Cidade do Panamá. El pistolero, que abriu todos os noticiários esta semana, está de volta às ruas de La Chorrera, bairro social problemático onde nasceu para o futebol. Curiosamente, o mesmo local que, mais tarde, lhe haveria de tirar a liberdade, numa fase em que os sonhos de uma carreira de sucesso desapareceram.

Os caminhos trilhados, as decisões, as companhias, diz quem o viu crescer, foram as erradas. «Escolheu o pior caminho. O sucesso nem sempre tem coisas boas. Subiu muito e viu-se num beco sem saída. Tinha tudo para ser um dos melhores», destacou a A BOLA um amigo do atacante, antigo vizinho.
O início foi promissor. Depois de ganhar mediatismo no San Francisco, um dos principais clubes panamianos, o avançado depressa se tornou um ídolo, um exemplo para os mais novos. O futebol está longe de ser o principal desporto-rei no Panamá, mas a agressividade e os golos que ia apontando na selecção, ajudaram a despertar o interesse na modalidade.

Ascensão e queda

O talento de José Luís Garcés, porém, era grande para o Panamá. Seguia-se uma aventura fora de portas. Tudo se desmorona nessa altura. A imagem nos relvados, a alegria dos golos, tudo... Em Portugal, depois de uma passagem pelo Belenenses, rumou à Académica, clube que deixou numas férias de Natal para nunca mais voltar nem dar justificações. Na Bulgária, ao serviço do CSKA, cenário idêntico. Desapareceu sem mais dar notícias. Foram dois anos fora dos relvados. Os rumores de que estaria preso no Panamá, por contínuos actos de criminalidade, surgiram de toda a parte, sem nunca uma versão confirmada. Rumores esses que de facto eram verdadeiros. "